Meus amigos

20 coisas que aprendi sendo mãe de MENINOS.

 1) Eles têm uma energia sem fim
2) Eles nos amam muito, nos acham LINDAS
 3) São verdadeiros “Sherekinhos”…
4) Eles amam carros. Acostume-se a ouvir dados sobre motores, marcas…
5) Amam futebol – só pode ser DNA, né? Eu até hoje não aguento assistir um jogo inteiro
6) Amam qualquer tipo de jogo eletrônico
7) Vivem socando, chutando, brigando
8 ) Gostam de skate – outro gene quase totalmente masculino, né? Aff!!
9) Amam correr e escalar
10) São bagunceiros
11) Não são nada caprichosos – as lições são feitas em segundos, colorir nem pensar!
12) Fazem xixi sem levantar a tampa
13) Eles adoram falar sobre assuntos como pum, cocô… URGHHHHH
14) Não gostam de dar beijo… 
15) Eles têm ciúmes da mamãe - o bom e velho complexo de Édipo é bem real, né Freud?
16) Eles adoram uma caixa de ferramentas – Hello? Eu passo longe disso…
17) Eles não fazem questão de doces… dá para acreditar??? Jesuiiiis!
18) No fundo eles são doces, carinhosos, incríveis
19) Não gostam de escovar os dentes nem de tomar banho
20) Graças a eles passei a entender mais meu marido, meu p
ai, meus primos…

2 comentários:

  1. 3 coisas que aprendi sendo pai e estudando psicanalise: Toda criança (ou quase todas) são perversas polimorfas.PERVERSO POLIMORFO -
    Assim Sigmund Freud chama esses anjinhos. Aparentemente inocentes, sem maldade, ainda sem sexualidade, etc. A grande inverdade na qual somos levados a acreditar.

    "Estudar psicanálise com crianças implica em reconhecermos que ao longo da história ocidental o conceito de “infância” sofreu transformações. Embora a psicanálise tenha sido criada num momento em que a criança era falada pelos saberes pedagógicos e psicológicos foi por um outro prisma que Freud enxergou a criança. É preciso compreender a evolução histórica do conceito de criança de forma a podermos analisar o impacto do discurso freudiano como um divisor de águas, no que tange à compreensão da subjetividade infantil. A pesquisa revelou que, dentro de uma perspectiva histórica, a criança partiu de uma situação na qual era ignorada, quanto às suas particularidades subjetivas, até o ponto de torna-se objeto privilegiado da atenção do Estado. Apesar da importância que a criança passa a ter para a sociedade capitalista, a criança continuou sendo vista como um ser assexuado, imaturo, sem desejo próprio e portadora de uma natureza passível de correção. Em os “Três ensaios sobre a teoria da sexualidade”, Freud pôs em xeque as concepções moralizantes sobre a atividade sexual das crianças. Através do conceito de pulsão, ele concebe o corpo da criança como um corpo erótico, um corpo de desejo. Com a teoria do complexo de Édipo, portanto, Freud apresenta ao mundo uma nova criança, dotada de uma sexualidade perversa-polimorfa, capaz de ser auto-suficiente e impossível ser dominada. Desse modo, porde-se concluir que a descoberta da sexualidade infantil não foi uma prerrogativa da psicanálise, mas sim uma decorrência da mudança ocorrida a partir do século XVII, em que o poder soberano do Estado, de causar a morte ou deixar viver seus cidadãos, é substituído por uma preocupação sobre a administração dos corpos e pela gestão da vida. Sendo assim, o grande mérito da psicanálise não foi introduzir a sexualidade infantil no discurso do saber, mas retirá-la de uma perspectiva reguladora e normativa, em que sua presença era temida e reprimida."

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  2. Como eu nao sabia o que significava o texto, fui pesquisar na internet, confesso que não entendi quase nada, é muito para a cabeça de pessoas que não entendem do assunto, tudo que li e entendi não me satisfez, porque sou leiga no assunto. até mesmo para pessoas que nem eu que não sabem o que é....
    ...Freud admitiu também o Complexo de Eletra, como a inveja que a menina tem do pênis do menino, e chamou a criança de um "perverso polimorfo". Distinguiu na sexualidade três fases pelas quais passa o seu desenvolvimento: as fases oral, anal, genital, que normalmente se sucedem nessa ordem, mas com casos de regressão e fixação.

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