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10 armadilhas de relacionamentos duradouros

– e como evitá-las
Não pense que você e seu parceiro estão fadados à rotina, ao cansaço, à repetição... Os obstáculos aparecem, mas vocês podem saber quais são e driblá-los. A intimidade, aliada ao tempo, pode ser uma cruel faca de dois gumes – e das mais afiadas. No começo, tudo são flores, e vocês podem até viver felizes para sempre... Mas será que o “pra sempre” sempre acaba, especialmente quando os obstáculos comuns a longas relações entram em cena? Nem sempre. A seguir enumeramos os piores fantasmas devoradores da felicidade eterna alheia e também algumas dicas pra ajudar você a não cair nessas armadilhas.

1 - O fantasma da acomodação: na verdade, a acomodação é a grande vilã, que por conseqüência desencadeia quase todas as outras. A máxima futebolística de que não se mexe em time que está ganhando certamente não se aplica ao jogo do amor. Fique atenta, não deixe seu relacionamento ficar no banco ou ir mais cedo pro vestiário.

2 - O fantasma da rotina: cuide bem do seu amor. Nada de deixar a mesmice do dia-a-dia contaminar o seu relacionamento. Um cinema de vez em quando, um jantarzinho ou uma simples caminhada de mãos dadas nos finais de semana em lugares agradáveis mantêm a proximidade, além de criarem um clima favorável pra conversas. Mas atenção! Os problemas podem muito bem ficar em casa enquanto vocês saem pra arejar, não é? 
3 - O fantasma do descuido com a aparência: lembra de quando e do quanto você se produzia para ver o seu amor? Antes de tudo, o seu amor eterno deve ser por si mesma! Cuide-se, mime-se, dê-se o luxo de pequenos agrados. Bem-estar gera alto astral! Isso vai refletir nos olhos do seu amor... e agradar muito, pode acreditar.

4 - O fantasma do “sou só mãe”: sem dúvida, os filhos são a melhor coisa da vida de um casal. Tem aquela fase barra-pesada dos primeiros meses, tudo muito novo, e é natural e absolutamente compreensível que ocorra uma exaustão. O que não pode acontecer é se anular como mulher e virar mãe full-time o resto da vida. Filhos crescem rápido e logo ganham vida própria, e muitas mães não resistem quando se dão conta disso, por não saberem mais ser outra coisa. Lição básica: para ser mãe, você teve que ser mulher primeiro. Continue sendo!

5 - O fantasma da falta de desejo: um verdadeiro veneno! E os motivos, físicos ou (quase sempre) emocionais, podem ser os mais variados. Você se sente desmotivada, cansada, engolida pela rotina. Procure conversar muito com seu par sobre isso, mas também não hesite em buscar ajuda médica se perceber que o problema persiste.

6 - O fantasma da traição: não dá pra fechar os olhos e fingir que isso não acontece. Pode acontecer e, mesmo assim, vocês podem achar que o relacionamento está acima disso, e que vale a pena ser salvo? O bom e velho diálogo e, quem sabe, o acompanhamento de um terapeuta competente podem ajudar.

7 - O fantasma do ciúme: outro veneno! Coisa difícil de administrar, mas não impossível. Ciúme é natural, mas o que deve ser sempre observado é em que nível anda esse sentimento. Será que você, por estar se sentindo insegura, não anda exagerando?  

8 - O fantasma do trabalho: você ama o seu trabalho, ou ocupa uma função que lhe exige demais? Ok, trabalho é bom, mas o espaço da sua vida pessoal, principalmente no que tange o seu relacionamento, deve ser bem preservado. E por favor, esqueça o trabalho nesses momentos. Claro que é legal contar sobre uma conquista, falar sobre o sucesso dos seus projetos, mas evite cair na tentação de, nos seus momentos “família”, falar só disso.

9 - O fantasma da falta de grana: apesar de ser comum, é difícil de se lidar... Falta de trabalho, de dinheiro, contas chegando sem parar. São inúmeros os relacionamentos destruídos por conta disso. Nessa hora, o que deve prevalecer é o bom senso. Muita criatividade para driblar a crise e uma boa dose de paciência.

10 - O fantasma do stress: a síntese de todas as anteriores. A grande doença do mundo moderno. Nos nossos dias, até crianças e animais padecem desse mal. A cura pra isso está em cuidar do espírito. Yoga, tai-chi, meditação, atividades que ajudem a centrar o pensamento. Também vale fazer exercícios, correr, andar de bicicleta, caminhar. E se puder ser a dois... melhor ainda! Vamos tentar? 

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