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Proteja seu filho (a) de Pedófilos!!

O Brasil ocupa atualmente (vergonhosamente, na minha opinião) o primeiro lugar da América Latina em crimes de Internet, com mais de 5 mil notificações relativas somente à pornografia infantil, segundo dados da Safernet, ONG que recebe denúncias de cibercrimes contra os direitos humanos. Mais do que um dado preocupante, esta informação serve de alerta para que pais fiquem atentos ao acesso de seus filhos à Internet, com quem conversam e que tipos de e-mails são trocados.

Segue abaixo algumas dicas para proteção familiar

Lugar de PC é na sala, não no quarto
O micro deve ficar sempre numa área comum da casa. Não mantenha o computador no quarto da criança, ele é diferente de uma mesa ou de um Atlas geográfico. Assim você poderá ver de perto o que seu filho anda acessando.

Espere a idade certa para “conectar” seu filho
Crianças menores de 10 anos não têm necessidade de acessar a Web. A não que seja na escola, sob orientação de professores. Acima desta idade, libere o acesso, mas com regras e restrições. Caso a criança menor de 10 anos precise mesmo utilizar a Internet, faça isso junto com ela.

Estabeleça horários e regras de uso
É aconselhaval os pais a estabelecerem regras e horários para a utilização do computador, por exemplo, duas horas por dia, depois das lições escolares. Outra dica é que a máquina seja desligada durante as refeições, quando, geralmente, a família se reúne. Incentive seus filhos a irem ao cinema, praticar esportes e brincadeiras com outras crianças. Negocie com a criança horários para atividades online. Caso você decida usar programas de filtragem e bloqueio de sites, encontre um que se ajuste às regras previamente estabelecidas. 

Aprenda sobre a Internet com o seu filho
Os filhos aprendem mais rápido que os pais, principalmente assuntos ligados à Internet e tecnologia. Por isso não dá para se valer somente de softwares rastreadores e bloqueadores para controlar o acesso das crianças à Web. A não ser no caso daqueles que são muito jovens, os adolescentes sabem, muitas vezes, burlar esses bloqueios. O ideal é aprender com seus filhos, navegar junto e conhecer novidades tecnológicas e tudo o que eles fazem online.

Denuncie atividades suspeitas
Relatem qualquer atividade suspeita ou material indevido que recebam. Os próprios pais deveriam dar o exemplo, denunciando alguém que esteja fazendo algo ilegal online. As denúncias podem ser feitas no próprio site da Safernet ou junto às autoridades policiais.

Não fale com estranhos
Assim como as crianças não devem falar com quem não conhecem na rua, essa regra também vale para a Web. Recursos como e-mails, comunicadores instantâneos (ICQ, MSN, Yahoo Messesnger, GoogleTalk etc) devem ser utilizados apenas para falar com amigos e conhecidos. Nada de marcar encontros com "amigos" virtuais. Também não permita que a criança divulgue informações pessoais em chats, salas de bate-papos, comunidades virtuais (como Orkut, Uolkut, etc), como endereço e telefone de casa, mas explique o porquê. Neste caso, a educação e o relacionamento pai e filho é fundamental.

Fique atento à conta telefônica
Monitore sua conta telefônica e o extrato de seu cartão de crédito. O número do cartão é necessário para acessar sites adultos e o modem pode ser usado para discar outros números além do provedor de Internet.

Cuidado com a webcam

É comum que pessoas mal intencionadas utilizem a webcam para fotografar crianças e adolescentes sem que eles saibam. Enquanto a câmera captura imagens durante a conversa, o internauta do outro lado da Rede salva imagens da tela. Muitos pedófilos utilizam essas imagens para chantagear os jovens em busca de mais fotos ou até encontros, sob ameaça de divulgação.

Deixe o trabalho da polícia para a polícia
Deve-se orientar seus filhos a denunciar crimes deste tipo na Internet. Se o jovem encontrar material pornográfico ou de pedofilia na Web, deve encaminhar para a polícia como denúncia. Jamais deve tentar apagá-lo, mesmo que tenha conhecimento para isso, porque apagaria provas. Mostre que o melhor caminho é a denúncia. 

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